AQUECIMENTO SOLAR DE ÁGUA PARA USO INDUSTRIAL, COMERCIAL E RESIDENCIAL, SERVINDO BANHEIROS, PISCINAS E SAUNAS, ALÉM DE GERAÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA FOTOVOLTAICA.
Será que dá para aplicar a disciplina do "Faça Você Mesmo” em sistemas de aquecimento solar de água? Teoricamente sim, mas na prática é de uma bravura quase comovente, não é?
No Brasil, país tropical, abençoado por Deus e atormentado por improvisadores, fazer um sistema de aquecimento solar funcionar bem é coisa séria. Há pressão hidráulica demais aqui, sombra de árvore ali, tubulação subdimensionada acolá — e sempre alguém querendo “achar um preço melhor na internet”. Mas montar um sistema de aquecimento solar não é como trocar o chuveirinho da pia.
Circula por aí, nos rodapés mais sombrios da construção civil, uma lenda urbana contada em sussurros por calheiros desqualificados. A história é a seguinte: se a sua calha de zinco ou rufos enferrujam e apodrecem em tempo recorde, a culpa é da "água da piscina" que, por algum vazamento astral da tubulação, teria se transformado em um ácido superconcentrado e seletivo, determinado a destruir apenas o metal mais fraco.